Espírito Santo · cadeia Vitória-Trindade
Pesca em Vitória
A pesca em Vitória, em Espírito Santo, acontece em cadeia Vitória-Trindade, bancos oceânicos, com 11 espécie s de alvo declarado e 2 tipos de pescaria. Temporada de peixes de bico no verão. O acesso se dá por aeroporto de vitória.
- Corpos d'água
- cadeia Vitória-Trindade, bancos oceânicos
- Estado
- Espírito Santo (ES)
- Temporada
- Temporada de peixes de bico no verão.
- Acesso
- Aeroporto de Vitória.
- Código IBGE
- 3205309
- Espécies de alvo
- 11 declaradas
Por que Vitória está no diretório
A água. Acesso à cadeia de montes submarinos Vitória-Trindade.
A estrutura. Marinas e frota de pesca oceânica com temporada de bico reconhecida.
Estes são os dois critérios que um destino precisa cumprir para entrar no WeFish, e ambos são factuais, não comerciais. Nenhum destino entra por volume de busca ou por interesse de parceiro. Os que não cumprem os dois ficam de fora, mesmo quando têm rio conhecido.
Quando ir
Temporada de peixes de bico no verão.
A janela muda por espécie dentro do mesmo destino, e as páginas de combinação abaixo detalham isso uma a uma. Onde há defeso de piracema, o período é definido por norma estadual e federal que muda de ano para ano, e precisa ser conferido antes da viagem.
Como chegar
Aeroporto de Vitória.
Espécies-alvo
O que se pesca em Vitória
Cada espécie abaixo declarou este destino, à mão. A lista não sai do cruzamento automático de duas tabelas.
Robalo
Centropomus undecimalis
O robalo é o principal alvo da pesca esportiva em estuário e manguezal no Brasil. Vive na transição entre rio e mar, ataca em emboscada e testa o pescador em água rasa.
Dourado-do-mar
Coryphaena hippurus
O dourado-do-mar é o peixe mais colorido do Atlântico e um dos que mais saltam. Segue objetos flutuantes em alto-mar e é alvo clássico do corrico oceânico.
Marlim-azul
Makaira nigricans
O marlim-azul é o maior troféu da pesca oceânica brasileira. Vitória e o litoral do Espírito Santo são referência internacional na temporada de peixes de bico.
Agulhão-vela
Istiophorus albicans
O agulhão-vela abre a vela dorsal ao atacar e é o peixe de bico mais acessível do litoral brasileiro. Alvo preferido de quem quer o primeiro troféu oceânico.
Albacora
Thunnus albacares
A albacora é o atum mais procurado pela pesca esportiva brasileira. Briga em círculos, exige equipamento pesado e transforma o dia em prova física.
Garoupa
Epinephelus marginatus
A garoupa vive em laje, parcel e naufrágio, e corre para a toca assim que é fisgada. É peixe de crescimento lento, com tamanho mínimo obrigatório.
Badejo
Mycteroperca spp.
O badejo divide laje e naufrágio com a garoupa, briga com tranco curto e é um dos alvos mais valorizados da pesca de fundo no Sudeste. Exige freio apertado desde o primeiro toque.
Olhete
Seriola lalandi
O olhete é o peixe que mais castiga equipamento de jigging no Brasil. Mergulha direto para a laje e a briga se decide nos primeiros dez segundos.
Cavala
Scomberomorus cavalla
A cavala corre em linha reta e queima carretilha no primeiro tranco. É o principal alvo do corrico costeiro no Nordeste brasileiro, e os dentes obrigam ao uso de encastoado de aço.
Wahoo
Acanthocybium solandri
O wahoo é o peixe mais rápido do corrico oceânico e corta multifilamento como lâmina. Fernando de Noronha é a referência brasileira da espécie.
Bijupirá
Rachycentron canadum
O bijupirá aparece de repente ao lado do barco, curioso, e aceita isca lançada à vista. É pescaria visual e briga de peso no litoral nordestino.
Como se pesca aqui
Tipos de pesca em Vitória
Estrutura que costuma existir em Vitória
As fichas individuais de cada estabelecimento entram no diretório conforme passam pela verificação ou são reivindicadas pelo dono. Nenhum local aparece aqui antes disso.